| Fonte: www.microbiologia.vet.br |
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta: é preciso produzir novos medicamentos para combater as superbactérias. A situação é crítica porque a cada ano mais de 25 mil pessoas morrem na União Europeia em decorrência de infecções de bactérias que driblam até mesmo antibióticos recém-lançados.
Preocupados com as propagações de infecções a OMS pede que haja um esforço concomitante de todos os especialistas, para que no futuro, menos vítimas sejam surpreendidas com uma nova bactéria.
Na lista das superbactérias está a NDM-1, que chegou à Grã-Bretanha vinda de Nova Délhi em meados de 2010, trazida por britânicos que fizeram tratamentos médicos na Índia ou no Paquistão. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) controlou as receitas médicas de antibióticos, com objetivo de minimizar o avanço da superbactéria KPC.
O perigo, segundo os pesquisadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales, são as bactérias resistentes em reservatórios de água de Nova Délhi. Em estudo com 171 amostras de água filtrada e 50 de água de torneiras foi possível encontrar o gene da NDM-1 em duas das amostras de torneira e em 51 das amostras de água filtrada.
“O saneamento básico deve ser tratado com prioridade por todos os governos, pois muitas doenças estão relacionadas com a falta de saneamento”, diz Alisson Daniel, enfermeiro, tutor do Portal Educação.
Para a diretora regional da OMS para a Europa, Zsuzsanna Jakab, hoje a população usa erroneamente os antibióticos. “No futuro próximo as superbactérias não vão responder a nenhuma droga”, salienta. De acordo com o tutor Alisson, “os profissionais de saúde são responsáveis também pelo surgimento das superbactérias, em virtude da aplicação errada de antibióticos”, encerra Daniel.
Preocupados com as propagações de infecções a OMS pede que haja um esforço concomitante de todos os especialistas, para que no futuro, menos vítimas sejam surpreendidas com uma nova bactéria.
Na lista das superbactérias está a NDM-1, que chegou à Grã-Bretanha vinda de Nova Délhi em meados de 2010, trazida por britânicos que fizeram tratamentos médicos na Índia ou no Paquistão. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) controlou as receitas médicas de antibióticos, com objetivo de minimizar o avanço da superbactéria KPC.
O perigo, segundo os pesquisadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales, são as bactérias resistentes em reservatórios de água de Nova Délhi. Em estudo com 171 amostras de água filtrada e 50 de água de torneiras foi possível encontrar o gene da NDM-1 em duas das amostras de torneira e em 51 das amostras de água filtrada.
“O saneamento básico deve ser tratado com prioridade por todos os governos, pois muitas doenças estão relacionadas com a falta de saneamento”, diz Alisson Daniel, enfermeiro, tutor do Portal Educação.
Para a diretora regional da OMS para a Europa, Zsuzsanna Jakab, hoje a população usa erroneamente os antibióticos. “No futuro próximo as superbactérias não vão responder a nenhuma droga”, salienta. De acordo com o tutor Alisson, “os profissionais de saúde são responsáveis também pelo surgimento das superbactérias, em virtude da aplicação errada de antibióticos”, encerra Daniel.
Fonte: Blog portal Educação em http://blog.portaleducacao.com.br/

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