Definição
A degeneração gordurosa hepática refere-se ao excesso de triglicerídeos armazenados no fígado. É a presença de triglicerídeos que excede 5% do peso normal do órgão.
Causas
Dentre as causas, citam-se: consumo excessivo de álcool, diabetes mellitus tipo 2, hiperalimentação, hipercortisolismo endógeno e exógeno, obesidade, desnutrição protéica e/ou alimentação carencial, anoxia, gravidez, fibrose cística, distúrbios do armazenamento do glicogênio, quimioterápicos, nutrição parenteral total, HCV, cirurgias do trato gastrintestinal/toxinas bacterianas, lipodistrofia congênita generalizada. Ainda pode ser encontrada acompanhada de tuberculose, sepse, colite ulcerativa grave, doença de Crohn, caquexia neoplásica. As causas medicamentosas são raras, mas incluem amitriptilina, amoxicilina, estradiol, metrotexato, cimetidina, haloperidol, ibuprofeno, puromicina, nifedipino, amiodarona tetraciclina, sulfametoxazol, clorpromazina... Intoxicação por fósforo, clorofórmio, tetracloreto de carbono, chumbo, arsênico e etionina também são outras causas.
O déficit de vitamina E aumenta a necrose hepática no fígado gorduroso por déficit de colina. A adição de vitamina E ou uma fonte de selênio protegem ao combater a lipoperoxidação. A deficiência dos ácidos linoléico e pantotênico e piridoxina podem causar infiltração gordurosa no fígado.
Características Clínicas
A esteatose macrovesicular é assintomática. Entretanto, o paciente pode referir desconforto no hipocôndrio direito e apresentar hepatomegalia. Em geral, o prognostico é benigno se corrigidos os fatores causais.
A esteatose microvesicular pode iniciar com mal-estar, náusea, vômito. A evolução pode ser desastrosa progredindo para insuficiência hepatocelular, falência múltipla de órgãos e óbito.
A degeneração gordurosa hepática refere-se ao excesso de triglicerídeos armazenados no fígado. É a presença de triglicerídeos que excede 5% do peso normal do órgão.
Causas
Dentre as causas, citam-se: consumo excessivo de álcool, diabetes mellitus tipo 2, hiperalimentação, hipercortisolismo endógeno e exógeno, obesidade, desnutrição protéica e/ou alimentação carencial, anoxia, gravidez, fibrose cística, distúrbios do armazenamento do glicogênio, quimioterápicos, nutrição parenteral total, HCV, cirurgias do trato gastrintestinal/toxinas bacterianas, lipodistrofia congênita generalizada. Ainda pode ser encontrada acompanhada de tuberculose, sepse, colite ulcerativa grave, doença de Crohn, caquexia neoplásica. As causas medicamentosas são raras, mas incluem amitriptilina, amoxicilina, estradiol, metrotexato, cimetidina, haloperidol, ibuprofeno, puromicina, nifedipino, amiodarona tetraciclina, sulfametoxazol, clorpromazina... Intoxicação por fósforo, clorofórmio, tetracloreto de carbono, chumbo, arsênico e etionina também são outras causas.
O déficit de vitamina E aumenta a necrose hepática no fígado gorduroso por déficit de colina. A adição de vitamina E ou uma fonte de selênio protegem ao combater a lipoperoxidação. A deficiência dos ácidos linoléico e pantotênico e piridoxina podem causar infiltração gordurosa no fígado.
Características Clínicas
A esteatose macrovesicular é assintomática. Entretanto, o paciente pode referir desconforto no hipocôndrio direito e apresentar hepatomegalia. Em geral, o prognostico é benigno se corrigidos os fatores causais.
A esteatose microvesicular pode iniciar com mal-estar, náusea, vômito. A evolução pode ser desastrosa progredindo para insuficiência hepatocelular, falência múltipla de órgãos e óbito.

Bom saber!!
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