Powered By Blogger

domingo, 28 de novembro de 2010

Maior parte dos estabelecimentos públicos de saúde brasileiros são municipais

Pesquisa do IBGE mostra que classes mais baixas podem ter maior acesso aos serviços de saúde no país

O número de estabelecimentos de saúde em atividade total no Brasil teve um crescimento de 22,2% de 2005 para 2009. Os dados foram divulgados dia 21 de novembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na pesquisa de Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária - 2009. Os dados apontam para um maior acesso da população das classes C e D aos serviços de saúde, uma vez que a maior parte das unidades assistenciais em atividade são municipais.

A análise do IBGE identificou que 95,6% das unidades assistenciais públicas são municipais. Isso representa um aumento dos serviços de saúde e uma maior disseminação dos recursos no País. Na análise do serviço privado de saúde, observou-se uma tendência para a diminuição da proporção de estabelecimentos sem fins lucrativos. Os estabelecimentos com vínculo com o Sistema Único de Saúde (SUS), que, em 2005, representavam 30,6% dos particulares, passaram para 27,1% em 2009.

O SUS se manteve em 2009 como a fonte de financiamento mais frequente para os estabelecimentos de saúde, embora tenha tido ligeira queda em relação à sua participação em 2005 (de 70,9% para 67,2%). Em segundo lugar, veio o pagamento direto (particular) das atividades, seguido pelos planos de saúde e os planos próprios, em apenas 2,8% dos estabelecimentos.

Estes dados nos dão uma lugeira radiografia de que os munícipios tem maior participação e autonomia na implementação da saúde.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Jovens viciados em internet estão mais propensos a ter problemas de saúde


Pesquisa relacionou os exageros na rede a hábitos como o alcoolismo e o tabagismo



Adolescentes que passam muito tempo conectados à internet ou enviando mensagens de texto estão mais propensos a desenvolver problemas de saúde e vícios, aponta um estudo realizado pela Universidade Case Western Reserve (EUA). O trabalho relacionou os exageros na rede a hábitos prejudiciais como o alcoolismo e o tabagismo.

Os pesquisadores concluíram que estão vulneráveis os jovens que passam mais de três horas por dia na frente do computador ou conectados à internet do celular.
A pesquisa foi feita com 4.257 adolescentes em uma pequena cidade do oeste norte-americano.

A análise de dados apontou que os chamados hipertexteadores são 40% mais propensos a fumar e duas vezes mais propensos a ingerir álcool do que os adolescentes que não compartilham o mesmo hábito .

— Os resultados são surpreendentes e mostram a importância de impor limites para os adolescentes — concluiu Scott Frank, que comandou a aplicação da pesquisa.

Resultado

:: O grupo que passa muitas horas na internet tem 41% mais de probabilidade de ter usado drogas ilícitas e 55% mais chance de ter se envolvido em brigas físicas

:: Do total, 11,5% dos estudantes entraram na categoria de "hipernavegantes da rede" e 22,5% indicaram que não se conectavam às redes sociais
 
CADERNO VIDA - JORNAL ZERO HORA  14/11/2010 | 12h10min