Pesquisa do IBGE mostra que classes mais baixas podem ter maior acesso aos serviços de saúde no país
O número de estabelecimentos de saúde em atividade total no Brasil teve um crescimento de 22,2% de 2005 para 2009. Os dados foram divulgados dia 21 de novembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na pesquisa de Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária - 2009. Os dados apontam para um maior acesso da população das classes C e D aos serviços de saúde, uma vez que a maior parte das unidades assistenciais em atividade são municipais.
A análise do IBGE identificou que 95,6% das unidades assistenciais públicas são municipais. Isso representa um aumento dos serviços de saúde e uma maior disseminação dos recursos no País. Na análise do serviço privado de saúde, observou-se uma tendência para a diminuição da proporção de estabelecimentos sem fins lucrativos. Os estabelecimentos com vínculo com o Sistema Único de Saúde (SUS), que, em 2005, representavam 30,6% dos particulares, passaram para 27,1% em 2009.
O SUS se manteve em 2009 como a fonte de financiamento mais frequente para os estabelecimentos de saúde, embora tenha tido ligeira queda em relação à sua participação em 2005 (de 70,9% para 67,2%). Em segundo lugar, veio o pagamento direto (particular) das atividades, seguido pelos planos de saúde e os planos próprios, em apenas 2,8% dos estabelecimentos.
Estes dados nos dão uma lugeira radiografia de que os munícipios tem maior participação e autonomia na implementação da saúde.
O número de estabelecimentos de saúde em atividade total no Brasil teve um crescimento de 22,2% de 2005 para 2009. Os dados foram divulgados dia 21 de novembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na pesquisa de Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária - 2009. Os dados apontam para um maior acesso da população das classes C e D aos serviços de saúde, uma vez que a maior parte das unidades assistenciais em atividade são municipais.
A análise do IBGE identificou que 95,6% das unidades assistenciais públicas são municipais. Isso representa um aumento dos serviços de saúde e uma maior disseminação dos recursos no País. Na análise do serviço privado de saúde, observou-se uma tendência para a diminuição da proporção de estabelecimentos sem fins lucrativos. Os estabelecimentos com vínculo com o Sistema Único de Saúde (SUS), que, em 2005, representavam 30,6% dos particulares, passaram para 27,1% em 2009.
O SUS se manteve em 2009 como a fonte de financiamento mais frequente para os estabelecimentos de saúde, embora tenha tido ligeira queda em relação à sua participação em 2005 (de 70,9% para 67,2%). Em segundo lugar, veio o pagamento direto (particular) das atividades, seguido pelos planos de saúde e os planos próprios, em apenas 2,8% dos estabelecimentos.
Estes dados nos dão uma lugeira radiografia de que os munícipios tem maior participação e autonomia na implementação da saúde.
